Publicada em 20/12/2018

Audiência pública debate preservação da cultura de matriz africana no Carnaval de Salvador

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O evento foi uma iniciativa da Comissão de Direitos Humanos da OAB-BA

Uma audiência pública na sede da OAB-BA, realizada na tarde de terça-feira (18), debateu a preservação da cultura de matriz africana no Carnaval de Salvador. O encontro foi uma iniciativa da Comissão de Direitos Humanos da OAB-BA e reuniu especialistas e lideranças da Associação dos Coletivos de Entidades Carnavalescas de Matriz Africana (ACEMA).

"Essa audiência pública teve por objetivo debater as questões relacionadas às matrizes africanas no nosso carnaval e aí nós convidamos diferentes organizações que estão envolvidas diretamente  nessa pauta", afirmou Jerônimo Mesquita, presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-BA

De acordo com o gestor cultural Edivaldo Bolagi, o encontro foi um marco para as entidades. "Hoje é um momento bastante simbólico. Eu acredito que a ACEMA está mostrando o nível de organização de um coletivo de entidades que pensa na sustentabilidade do grupo", disse.

Nelson Nunes, presidente da ACEMA que também é advogado, destacou o trabalho que vem sendo desenvolvido pela OAB na afirmação da democracia e defesa das minorias representativas. "Tenho a alegria de saber que a minha casa está aceitando os pretos e as pretas. Nós tínhamos a necessidade de fazer esse encontro na sede da Ordem", frisou.

Participaram do encontro ainda o coordenador do projeto OSC Legal, Lucas Seara, o membro do Conselho do Carnaval Clovis Carneiro, a advogada da ACEMA Paloma Calazans, o presidente da Comissão de Arte e Cultura da OAB-BA, Tiago Bastos, e a vice-presidente da Comissão de Arte e Cultura da OAB-BA, Larissa Peres.   

Foto: Angelino de Jesus (OAB-BA)

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