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Podcast Direito ao Ponto debate os reflexos da desigualdade racial na advocacia e os aprendizados da Conferência Nacional
Os debates do painel sobre saúde mental e os desafios estruturais enfrentados pela advocacia e pela sociedade brasileira

Os desafios enfrentados pela advocacia e pela sociedade brasileira diante das desigualdades raciais estão entre os temas discutidos pela conselheira seccional da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA), Maíra Vida, em entrevista ao podcast Direito ao Ponto nesta terça-feira (13). Apresentado por Luiz Ganem, o programa aborda questões relacionadas ao exercício profissional, aos direitos fundamentais e às transformações sociais que impactam a advocacia. O episódio está disonível no Spotify e no Youtube.
Durante a entrevista, Maíra Vida destacou a importância de repensar a prática jurídica a partir de uma perspectiva plural e inclusiva. A discussão abre espaço para refletir sobre como as desigualdades raciais atravessam as relações sociais e o exercício da advocacia no Brasil.
A conselheira pontuou que o debate sobre a advocacia exige compreender as marcas profundas deixadas pela desigualdade estrutural: “Quando nós falamos sobre os desafios da advocacia e da sociedade brasileira, é imperativo encarar a desigualdade racial como um elemento central que atravessa o exercício profissional, o acesso à Justiça e a própria cidadania.”, disse a conselheira que irá participar do Painel 48 – Saúde Mental, Bem-Estar e a Advocacia na Era Digital, que integra a programação da 25ª Conferência Nacional da Advocacia Brasileira.
A conversa também analisou questões sobre o bem-estar e a sustentabilidade da atuação jurídica, conectando os debates institucionais às vivências cotidianas de advogadas e advogados. Maíra Vida enfatizou a necessidade de acolhimento e transformação no ambiente corporativo e institucional: “O fortalecimento da advocacia passa necessariamente pela garantia de um espaço digno, seguro e plural, onde possamos discutir a nossa saúde mental e os impactos do racismo estrutural sem silenciamentos.”
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